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SUMMARY:Direitos Humanos e Boa Governança na Guiné Equatorial: o lugar da Sociedade Civil
DESCRIPTION:Seminário desenvolvido no contexto do projeto APROFORT\, uma iniciativa da Transparência Internacional Portugal com o apoio da União Europeia\, que tem como objetivo promover os Direitos Humanos e combater a corrupção e a má governança na Guiné Equatorial. \nO encontro\, com moderação da Professora Ana Lúcia Sá\, terá a participação de representantes de organizações locais envolvidas na proteção de grupos vulneráveis\, em particular ativistas pelos direitos cívicos e políticos\, a comunidade LGTBQI+ e imigrantes. \nVisita o site do APROFORT.
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SUMMARY:Workshop: Advocacia baseada em Dados sobre Perceções de Corrupção
DESCRIPTION:À semelhança de outros aspectos do comportamento humano na sociedade política\, os métodos de inquérito têm sido aplicados ao estudo da corrupção desde os anos 60. A corrupção é um conceito socialmente contestado. Nem tudo o que é considerado legal por quem detém cargos de autoridade delegada é moral ou eticamente aprovado pelos cidadãos. Os inquéritos são um meio limitado\, mas eficaz para determinar as perceções e atitudes do público em relação a comportamentos corruptos. \nOs primeiros estudos de sondagens dedicaram um grande esforço na tentativa de estabelecer as normas pelas quais diferentes públicos julgam uma determinada conduta ou prática como corrupta ou não corrupta através da utilização de métodos de sondagem. A partir de meados da década de 1990\, importantes barómetros de opinião pública e de opinião de peritos transnacionais começaram a ser publicados regularmente e lançaram as bases para um debate crescente sobre a validade e precisão dos métodos para medir a corrupção. Os inquéritos têm visado diferentes públicos\, utilizando diferentes amostras\, desenvolvido diferentes medidas de corrupção com base em diferentes definições do mesmo fenómeno. \nAo mesmo tempo\, uma boa parte do isomorfismo de conceção dos inquéritos é também detetável. À medida que o campo de estudo se expandiu e o número de inquéritos aumentou\, a questão da comparabilidade entre países e ao longo do tempo tornou-se mais proeminente. Os questionários tornaram-se assim semelhantes em termos de estrutura e formato. A desvantagem disto é que o isomorfismo dos inquéritos não facilitou necessariamente o desenvolvimento de novos itens – questões que medem a extensão e a experiência com a corrupção prevaleceram sobre os significados sociais e/ou a tolerância à corrupção – e a integração de métodos experimentais – para testar os mecanismos e inferências causais sugeridos pela análise dos inquéritos. \nPara focar a discussão\, este workshop discute os cuidados a ter na elaboração de questões relacionadas com o fenómeno da corrupção\, apresenta uma proposta de roadmap para a construção de inquéritos mais robustos e finaliza com sugestões de análise de dados a partir da recolha de informações contidas nos inquéritos. \nQueremos discutir o que funciona e o que falta para aprofundar o nosso conhecimento sobre os entendimentos\, percepções e atitudes sociais face à corrupção. \nNesta linha\, o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa\, em colaboração com a Transparência Internacional Portugal\, tem o prazer de anunciar o workshop Advocacia baseada em Dados sobre Percepções de Corrupção/ Corruption Perceptions Data Driven Advocacy\, que se realizará nos próximos dias 17 e 18 de Fevereiro de 2022. \nEsta iniciativa é organizada sob o auspício do projecto EPOCA “corrupção e crise económica\, uma combinação perigosa: compreender as interacções processo-resultado na explicação do apoio à democracia\, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT)\, Portugal\, referência: PTDC/CPO-CPO/28316/2017”. \nInscreve-te aqui. \nOradores convidados\nLuís de Sousa é investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Doutorou-se em Ciências Sociais e Políticas pelo Instituto Universitário Europeu de Florença em Julho 2002\, com uma tese sobre políticas públicas de combate à corrupção. É consultor internacional e investigador correspondente da Comissão Europeia neste domínio. Foi sócio fundador e presidente da Transparência e Integridade – Portugal (TI-PT)\, capítulo português da Transparency International. \nGustavo Maciel está inscrito no programa de doutoramento em Política Comparada no Instituto de Ciências Sociais\, Universidade de Lisboa\, Portugal. Está actualmente a desenvolver a tese sobre tolerância para a corrupção\, financiada pelo Programa de Bolsas de Doutoramento da Universidade de Lisboa (Bolseiro nº 746/2018). Tem mestrado em Ciência Política pela Universidade de Aveiro\, Portugal e licenciatura em Economia pela Universidade de Brasília\, Brasil. \nFelippe Clemente é investigador pós-doutorado no Instituto de Ciências Sociais\, Universidade de Lisboa. Obteve o seu doutoramento em Economia Aplicada na Universidade Federal de Viçosa\, Brasil\, em 2016\, com uma tese sobre Evasão Fiscal: Ensaios sobre a Evasão Fiscal. Foi recrutado como investigador internacional em Goethe Frankfurt University\, Alemanha em 2015. As suas pesquisas actuais os interesses centram-se na corrupção e na crise económica\, na evasão fiscal e na economia do crime na Europa e no estrangeiro. \nPrograma\n17 de fevereiro \nSessão de abertura\nLuís de Sousa (ICS-UL)\, Karina Carvalho (TI Portugal) e Felippe Clemente (ICS-UL) \nSessão 1\nVisão do campo: quais têm sido as perguntas sobre atitudes\, experiências e percepções mais utilizadas sobre a temática da corrupção nos últimos 40 anos?\nOrador convidado: Gustavo Maciel \nSessão 2\nProposta de um roadmap para construir questionários: a experiência do projecto EPOCA\nOrador convidado: Luís de Sousa e Gustavo Maciel \n18 de fevereiro \nSessão 3\nCuidados a ter na elaboração de questões relacionadas com o fenómeno da corrupção\nOrador convidado: Luís de Sousa \nSessão 4\nProposta de visualização de dados recolhidos através de inquéritos\nOrador convidado: Felippe Clemente
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A partir de meados da década de 1990\, importantes barómetros de opinião pública e de opinião de peritos transnacionais começaram a ser publicados regularmente e lançaram as bases para um debate crescente sobre a validade e precisão dos métodos para medir a corrupção. Os inquéritos têm visado diferentes públicos\, utilizando diferentes amostras\, desenvolvido diferentes medidas de corrupção com base em diferentes definições do mesmo fenómeno. \nAo mesmo tempo\, uma boa parte do isomorfismo de conceção dos inquéritos é também detetável. À medida que o campo de estudo se expandiu e o número de inquéritos aumentou\, a questão da comparabilidade entre países e ao longo do tempo tornou-se mais proeminente. Os questionários tornaram-se assim semelhantes em termos de estrutura e formato. 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DESCRIPTION:Comemorações do Dia Internacionalcontra a Corrupção\nCiclo de conferências nas Caldas da Rainha\nAs comemorações portuguesas do Dia Internacional Contra a Corrupção\, no próximo dia 9 de Dezembro\, decorrem este ano no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha\, numa organização conjunta das associações Transparência Internacional Portugal\, Frente Cívica\, Associação Sindical dos Profissionais da Inspeção Tributária e Aduaneira e Associação MVC – Movimento Viver o Concelho\, com o apoio da Câmara Municipal das Caldas da Rainha. A efeméride\, instituída pela ONU em 2003\, celebra a assinatura da Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção. \nO evento conta com a participação da ex-Procuradora-Geral da República\, Joana Marques Vidal\, e dos ex-candidatos presidenciais Ana Gomes e Paulo de Morais. Joana Marques Vidal fará uma apresentação intitulada “E agora? Ainda faz sentido falar numa Estratégia Nacional Anti-Corrupção?”\, enquanto Ana Gomes e Paulo de Morais discutirão políticas para “Reforçar o combate contra a corrupção em Portugal”. \nO programa inclui ainda dois painéis sobre duas questões prioritárias\, mas largamente ausentes da Estratégia Nacional Anti-Corrupção proposta pelo Governo: a corrupção política e a gestão dos fundos europeus. Serão oradores nestes painéis a presidente da TI Portugal\, Susana Coroado\, o presidente da APIT\, Nuno Barroso\, a procuradora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal\, Ana Carla Almeida\, os investigadores Luís de Sousa e Susana Peralta e o consultor de políticas anti-corrupção João Paulo Batalha. \nLocal: Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha \n			\n						participar\n					\n			\n						programa\n					\n			\n						festival transparente 2021
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DESCRIPTION:Circuito da Corrupção: Banca Rota\nUm passeio que vale 20 mil milhões de euros\nA Banca Rota é o circuito da corrupção que nos leva a conhecer três das mais espectaculares falências bancárias dos últimos anos em Portugal: do BPN ao BPP e BES\, seguimos o rasto de negócios escuros e prejuízos que rondam os 20 mil milhões de euros. \nBPN\nO comprador de simpatias. \nComo Oliveira e Costa\, um antigo governante que negociou perdões fiscais a grandes empresários\, abriu um banco de “negócios” que rebentou na primeira das grandes falências bancárias do séc. XXI – e num mega-processo de corrupção financeira. \nPreço: 6\,2 mil milhões de € \nBES\nO Dono Disto Tudo. \nComo Ricardo Salgado manobrou o país político e económico a partir do piso 13 da sede do BES\, influenciando negócios e Governos e Portugal e no estrangeiro. \nPreço: 12 mil milhões de € \nBPP\nO artista da banca. \nComo João Rendeiro se lançou na banca privada\, falseou contas e desviou dinheiro\, obras de arte\, simpatias e influências até fugir do país\, num dos processos mais rocambolescos da Justiça portuguesa. \nPreço: 1\,6 mil milhões de € \nBdP\nO regulador amigável. \nOs vários escândalos bancários puseram em causa a qualidade dos controlos e auditorias e expuseram um regulador ineficaz e comprometido por conflitos de interesses. E se fosse hoje? Temos a certeza de que não volta a acontecer? \nPonto de encontro: \n9h45: Rua Marquês de Fronteira\, 8 \n(Saída Metro: Rua Marquês de Fronteira / Rua Fialho de Almeida) \n\nparticipar\n\n\nfestival transparente 2021
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DESCRIPTION:O Inimigo sem Rosto\n18 anos depois o que mudou no combate à fraude e corrupção em Portugal?\nEm outubro de 2003\, Maria José Morgado e José Vegar lançavam O Inimigo Sem Rosto pela D. Quixote. \nO livro\, dedicado a analisar a criminalidade económico-financeira\, demonstrou como a corrupção e a fraude fazem muitas vítimas\, causando um dano irreversível ao Estado e aos seus cidadãos: pobreza\, subdesenvolvimento económico\, injustiça social\, degradação do sistema político e das instituições públicas. \nPassados 18 anos desde a publicação\, convidámos os autores a refletir sobre o que mudou entretanto no combate à fraude e corrupção em Portugal\, numa conversa moderada por Susana Coroado. \nLocal: Museu Bordalo Pinheiro \n\nparticipar\n\n\nfestival transparente 2021
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SUMMARY:Bordalo Pinheiro "Denunciante": A política do séc. XIX através do humor e da caricatura
DESCRIPTION:Bordalo Pinheiro “denunciante”: a política do século XIX através do humor e da caricatura\nVisita Guiada\nRafael Bordalo Pinheiro foi um artista da denúncia dos conluios e jogos políticos entre as instituições de poder da sociedade portuguesa da segunda metade de oitocentos. \nAtravés do desenho de caricatura e da cerâmica\, satirizou episódios concretos\, com personagens reais\, cujos corpos e rostos deforma\, numa narrativa que nos dá conta de uma governação política por vezes opaca\, outras\, corrupta. \nGratuita\, mediante inscrição \nLocal: Museu Bordalo Pinheiro \n\nparticipar\n\n\nfestival transparente 2021
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SUMMARY:Colectiv – Um caso de corrupção
DESCRIPTION:Colectiv – Um caso de Corrupção\nFilme Comentado\nNo dia 30 de Outubro de 2015\, em Bucareste (Roménia)\, durante um concerto de uma banda de rock\, um incêndio de grandes proporções causou a morte a dezenas de pessoas\, deixando quase duas centenas feridas\, muitas delas em estado grave. \nEste filme\, escrito\, produzido e realizado pelo cineasta Alexander Nanau\, revela a investigação de um grupo de jornalistas que deu a conhecer uma série de falecimentos\, dias depois\, de pessoas hospitalizadas com ferimentos não considerados fatais. O que eles provaram foi que essas mortes resultaram de um enorme esquema de fraude no sistema nacional de saúde romeno e de várias instituições do Estado. \nEstreado no Festival de Cinema de Veneza\, “Colectiv – Um Caso de Corrupção”\, foi nomeado para o Óscar de melhor documentário e recebeu o LUX Prémio do Público de cinema 2021\, uma distinção atribuída pelo Parlamento Europeu em parceria com a European Film Academy\, a Comissão Europeia e a rede Europa Cinemas. \nFonte: Público \nTendo em conta as novas medidas de combate à COVID-19\, o acesso à sessão depende da apresentação de certificado digital (vacinação\, teste ou recuperação). \n\nparticipar\n\n\nfestival transparente 2021\n \nTítulo original: Colectiv \nDe: Alexander Nanau \nGénero: Documentário \nClassificação: M/14 \nOutros dados: LUX/ALE/ROM\, 2019\, Cores\, 109 min.
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SUMMARY:O Poder Local e o reforço da Integridade na Gestão Pública
DESCRIPTION:O Poder Local e o reforço da Integridadena Gestão Pública\nPor motivos alheios à nossa vontade\, informamos que a sessão desta tarde\, dedicada ao poder local e ao reforço da integridade na gestão pública\, foi cancelada. \nO visionamento do filme “Colectiv – Um Caso de Corrupção” continua agendado para as 21 horas \, no Centro Cívico Edmundo Pedro\, numa parceria com o Alvalade CineClube e a Junta de Freguesia de Alvalade – Lisboa. \nO filme será apresentado por Joaquim Viana\, associado da TI Portugal e Vice-Presidente do Conselho Regional da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos. \nTendo em conta as novas medidas de combate à COVID-19\, o acesso à sessão depende da apresentação de certificado digital (vacinação\, teste ou recuperação). \n			\n						participar\n					\n			\n						festival transparente 2021
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SUMMARY:Pacto de Integridade em Portugal: Boa Gestão dos Fundos Públicos e Monitorização Cívica
DESCRIPTION:A área da contratação pública é especialmente permeável a riscos de corrupção e a que os interesses privados sejam priorizados em detrimento do interesse público. Torna-se\, por isso\, fundamental complementar a boa regulamentação e a fiscalização com a vigilância cidadã\, através da implementação de ferramentas estruturadas de monitorização cívica.  \nUma dessas ferramentas\, reconhecida internacionalmente como uma das melhores práticas no domínio da Contratação Pública\, é o Pacto de Integridade\, desenvolvido pela Transparency International na década de 1990 e que se encontra a ser pilotado pela primeira vez em Portugal desde 2016\, num projeto que conta com o apoio da Comissão Europeia.  \nEm parceria com a Direção-Geral do Património Cultural\, a Transparência Internacional Portugal monitorou duas obras dotadas de financiamento comunitário no Mosteiro de Alcobaça\, associando o nosso país à iniciativa Integrity Pacts – Civil Control Mechanism for Safeguarding EU Funds\, que agrega um conjunto de 18 projetos distribuídos por 11 Estados-Membros da União Europeia.  \nO Pacto de Integridade é a ferramenta ideal para dar poder aos cidadãos\, garantindo que os procedimentos de contratação pública se fazem de forma transparente e livres de corrupção\, e por isso foi também incluído na Estratégia Nacional Anti-Corrupção e no Plano Nacional de Administração Aberta.  \nA conferência final do Pacto de Integridade terá lugar no próximo dia 19 de novembro no Mosteiro de Alcobaça\, reunindo instituições públicas\, empresas e organizações da sociedade civil apostadas em garantir a boa gestão dos fundos públicos e instituir a contratação transparente por defeito. \nInscrições aqui. O programa final da conferência será partilhado brevemente.
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SUMMARY:CLEANBIZ Online Conference: Power-up anti-bribery for human rights and sustainable development
DESCRIPTION:A Agenda 2030 da Nações Unidas pede a todos os Estados que reduzam substancialmente a corrupção e o suborno em todas as suas formas\, mas o suborno no comércio internacional em particular parece ser uma área onde as mudanças são lentas e onde há uma série de obstáculos a ultrapassar. \nSegundo a Transparency International\, “o suborno estrangeiro não é um fenómeno abstracto; tem enormes consequências tanto para o pagador como para o destinatário. O dinheiro perdido com subornos estrangeiros cria repercussões económicas significativas\, desencadeia vantagens competitivas injustas e resulta em menos serviços públicos para as pessoas que mais necessitam deles”. \nPor conseguinte\, expandir a UNCAC (Convenção Anti-Suborno das Nações Unidas) e o cumprimento do ODS16 na governação empresarial e na responsabilidade social das empresas é fundamental para aumentar a participação e o compromisso do sector empresarial para com os Direitos Humanos e o Desenvolvimento Sustentável. \nA conferência online CLEANBIZ vai discutir os esforços em curso para melhorar a integridade empresarial através de uma abordagem baseada nos Direitos Humanos contra a corrupção\, com o objetivo de envolver os líderes empresariais da Islândia\, Noruega e Portugal. \nConsulta o programa da conferência.
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SUMMARY:Webinar: A Transparência no Poder Local
DESCRIPTION:A Transparência e Integridade\, em associação com a Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM)\, dinamiza mais um webinar sobre Transparência no Poder Local\, no âmbito do Centro Transparente. \nEsta iniciativa destina-se a presidentes e demais membros das assembleias municipais e destina-se a partilhar a transparência e boas práticas nos procedimentos de atuação política\, tão mais importante num ano em que se realizam eleições autárquicas. \nO evento\, aberto ao público\, conta com a moderação de Albino Almeida\, presidente da ANAM; Susana Coroado\, presidente da Transparência e Integridade; e Manuel Ferreira Ramos\, coordenador do CVEL.
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SUMMARY:Webinar: A Transparência no Poder Local
DESCRIPTION:A Transparência e Integridade associa-se à Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM) na dinamização de um webinar sobre Transparência no Poder Local\, no âmbito do Centro Transparente. \nEsta iniciativa destina-se a presidentes e demais membros das assembleias municipais e destina-se a partilhar a transparência e boas práticas nos procedimentos de atuação política\, tão mais importante num ano em que se realizam eleições autárquicas. \nO evento\, aberto ao público\, conta com a moderação de Albino Almeida\, presidente da ANAM; Nuno Cunha Rolo\, vice-presidente da Transparência e Integridade; e Manuel Ferreira Ramos\, coordenador do CVEL.
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SUMMARY:Censura e liberdade de imprensa: de Bordalo aos nossos dias
DESCRIPTION:Por ocasião do Dia Internacional da Liberdade de Imprensa\, o Museu Bordalo Pinheiro organiza no dia 3 de maio\, a partir das 18h00\, em parceria com o ICNova (Instituto de Comunicação da NOVA)\, o debate Censura e liberdade de imprensa. De Bordalo aos nossos dias\, que será transmitido via live streaming nas páginas de Facebook do Museu Bordalo Pinheiro\, ICNova\, EGEAC e Transparência e Integridade. \nJoão Alpuim Botelho\, diretor do Museu Bordalo Pinheiro\, junta-se a Paulo Jorge Fernandes e Carla Baptista\, professores e investigadores da NOVA FCSH\, para discutir a censura e a liberdade de imprensa em diferentes contextos históricos e geográficos\, desde o século XIX à atualidade\, dando especial atenção à imprensa satírica. \nO debate é moderado por Dora Santos Silva\, professora do departamento de Ciências da Comunicação da NOVA FCSH\, juntamente com João Alpuim Botelho. \nO evento conta ainda com o apoio da associação cívica Transparência e Integridade\, capítulo nacional da Transparency International\, organização internacional que luta há mais de 25 anos contra a corrupção e por uma democracia de qualidade. \nPrograma\n“A gente já só pode gesticular”. Bordalo e a liberdade de imprensa\nJoão Alpuim Botelho\, diretor do Museu Bordalo Pinheiro \nA censura em liberdade: as perseguições à imprensa satírica em regimes liberais\nPaulo Jorge Fernandes\, professor universitário. e investigador (IHC/NOVA FCSH) \nLiberdade de imprensa – cuidado\, frágil\nCarla Baptista\, professora universitária e investigadora (ICNova/NOVA FCSH)
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SUMMARY:Os Governos da UE estão a levar a sério a proteção de denunciantes?
DESCRIPTION:Junta-te à Transparency International e à Whistleblowing International Network no lançamento do relatório conjunto: Os Governos da União Europeia estão a levar a sério a proteção de denunciantes? Transposição da Diretiva da UE sobre a denúncia de irregularidades. \nA Transparency International EU tem o prazer de acolher este webinar para partilhar as principais conclusões do relatório\, destacar áreas vitais de preocupação na transposição da Diretiva da União Europeia até à data e explorar diferentes perspetivas sobre a importância da sua adoção e implementação. \nEm 2019\, a União Europeia adoptou uma diretiva inovadora para assegurar uma protecção abrangente e coerente dos denunciantes em toda a Europa. Os 27 Estados-membros da União Europeia têm de transpor a Diretiva têm até 17 de dezembro de 2021 para a legislação nacional e de adotar nos seus quadros jurídicos nacionais\, incluindo: \n\nintrodução de disposições legais que permitam aos denunciantes procurar uma compensação por retaliação por denúncia de irregularidades;\nimplementação canais internos de denúncia nas organizações e empresas; e\nimposição de sanções eficazes contra a retaliação\, de forma a proteger quem denuncia para acabar com os danos ao interesse público.\n\nMas o que estão os Estados-membros a fazer e estarão a levar a sério as suas responsabilidades legais de proteger os denunciantes? Que países estão a fazer progressos e quem está a ficar para trás? \nEste relatório de progresso é importante\, na medida em que fornece uma atualização sobre os desenvolvimentos registados nos Estados-membros até agora e analisa\, de forma crucial\, se o processo decisório e legislativo tem sido devidamente transparente e inclusivo da sociedade civil e dos peritos em proteção de denúncias de irregularidades. O relatório destaca os enormes desafios que se colocam para assegurar a harmonização da proteção efetiva dos denunciantes em toda a Europa antes do prazo\, dentro de apenas nove meses! \nAgenda\nComentários iniciais e Moderador de Painel\nAnna Myers\, Diretora Executiva\, Whistleblowing International Network \nApresentação do Relatório e das principais conclusões \n\nMarie Terracol\, Whistleblower Protection Lead\, Transparency International\nIda Nowers\, Law and Policy Coordinator\, Whistleblowing International Network\n\nPainel de discussão: Perspetivas de Transposição \n\nGeorgia Georgiadou\, Deputy Head of Unit\, DG Justice\, European Commission\nRadu Nicolae\, Expert\, Civic Network for Whistleblowing (CivicAIP) Romania\nRepresentante de autoridade nacional (a confirmar)\n\nPerguntas e Respostas \nObservações finais\nNick Aiossa\, Deputy Director\, Head of Policy and Advocacy\, Transparency International EU
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SUMMARY:Festival SXSW: Flawed Finance: Collaborative Journalism Exposes Global Finance’s Inequities
DESCRIPTION:A Diretora Executiva da Transparência e Integridade\, Karina Carvalho\, vai participar no festival SxSW para falar da grande disparidade entre os sistemas financeiros e as oportunidades que existem para os ultra-ricos e para nós. \nInvestigações do ICIJ – como os Panama Papers\, Paradise Papers e FinCEN Files – vão estar em cima da mesa para explicar como expuseram as lacunas e falhas sitémicas nos sistemas financeiros em todo o mundo e que criaram um sistema financeiro paralelo só ao alcance de uma elite.
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SUMMARY:Transparência\, Boa Gestão dos Fundos Públicos e Combate à Corrupção
DESCRIPTION:A Transparência e Integridade\, na qualidade de membro da Rede Nacional de Administração Aberta\, dinamizará o workshop Transparência\, Boa Gestão dos Fundos Públicos e Combate à Corrupção no próximo dia 10 de março\, entre as 16h e as 18h. \nEsta iniciativa está integrada no Programa de Sessões para a Cocriação de Futuros Compromissos» para desenvolvimento do II Plano de Ação Nacional de Administração Aberta. \nO fortalecimento da integridade pública é essencial para a confiança dos cidadãos e promotor da participação cívica\, demandando a adoção de políticas\, mecanismos e procedimentos promovendo a transparência\, a boa gestão dos fundos públicos e o combate à corrupção. \nEste workshop propõe-se debater desafios\, oportunidades e boas práticas concorrendo para uma melhor avaliação das políticas e gastos públicos\, e o incremento da responsabilidade fiscal\, através do envolvimento e capacitação dos cidadãos em iniciativas\, individuais e coletivas\, de monitorização cívica\, sustentadas na análise e disponibilização proativa de informação de acesso público. \nInscreve-te no workshop até dia 1 de março e seleciona o teu grupo de trabalho: \n\nTransparência e formulação de Políticas Públicas \nBoa gestão dos fundos públicos: porquê\, para quê e como? \nConhecer os beneficiários últimos de empresas\, fundos\, propriedades e rendimentos: porquê\, para quê e como?\nLiteracia cidadã e proteção de denunciantes
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SUMMARY:Proteção de Denunciantes: uma corrida contra o tempo
DESCRIPTION:Em 2019\, a União Europeia adotou uma diretiva inovadora para assegurar uma proteção abrangente e coerente dos denunciantes em toda a Europa. A sociedade civil\, incluindo as ONG anti-corrupção e de transparência\, sindicatos\, associações de jornalistas e académicos foram fundamentais para exigir proteções legais e assegurar que a diretiva estabelecesse uma base sólida para proteger o direito de denúncia contra as irregularidades e os danos. \nA denúncia de irregularidades é essencial para proteger o interesse público – quer seja denunciando a corrupção que resulta em equipamento de equipamentos de proteção individual de má qualidade para trabalhadores da linha da frente durante a COVID-19\, ou revelando o não cumprimento sistemático das normas ambientais ou outras normas de segurança que poluem o ar que respiramos\, os alimentos que comemos ou a água que bebemos. Os denunciantes ajudam as empresas responsáveis a conhecer os problemas antes de os danos serem causados e ajudam a responsabilizar as organizações irresponsáveis pelas suas acções erradas ou negligência. \nOs 27 Estados-Membro têm até dezembro de 2021 para transpor a diretiva para os seus sistemas nacionais. O progresso tem sido lento e o controlo da transposição tem revelado alguns problemas graves: \n\nAlguns países estão a debater se devem ou não proteger aqueles que denunciam violações da legislação nacional e da União Europeia\, apesar do facto de que uma omissão nesse sentido não faria qualquer sentido num sistema nacional de proteção dos denunciantes;\nOs decisores políticos ainda estão a discutir um teste de “boa fé” para os denunciantes\, apesar de a diretiva da União Europeia tornar claro que o motivo é irrelevante quanto à existência de proteção; ou\nMuito poucos países estão a aproveitar a oportunidade para reforçar as disposições relativas à liberdade de expressão para proteger a divulgação pública e as fontes jornalísticas.\n\nVisita a página da nossa campanha de Proteção de Denunciantes. \nInscreve-te neste evento para saber porque é que a transposição desta diretiva da União Europeia é importante para si! Os denunciantes são importantes para proteger as fontes dos jornalistas\, direitos dos trabalhadores\, comunidades vulneráveis durante a COVID-19 e o ambiente. \nAgenda\nSessão de boas-vindas\nNick Aiossa\, Deputy Director and Head of Policy and Advocacy\, Transparency International EU \nDebate: Supporting Whislteblowers Matters\nMarie Terracol\, Whistleblower Protection Lead\, Transparency International\nMartin Jefflén\, Presidente\, Eurocadres\nVigjilenca Abazi\, Professor Assistente\, University of Maastricht\nCamille Petit\, European Federation of Journalists \nPerguntas e Respostas \nApresentação: EU Whistleblowing Meter\nIda Nowers\, Law & Policy Coordinator\, WIN \nPerguntas e Respostas \nSessão de Encerramento\nAnna Myers\, Diretora Executiva\, WIN
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SUMMARY:Transparência na Causa Pública
DESCRIPTION:A Junta de Freguesia de Alvalade e a Transparência e Integridade\, com sedea no edifício da Biblioteca Manoel Chaves Caminha\, realizam na próxima sexta-feira\, dia 29 de janeiro\, a conferência “Transparência na Causa Pública”\, que conta com a intervenção do Secretário de Estado de Presidência do Conselho de Ministros\, André Caldas. \n11h00 – Boas vindas\n11h05 – Boas e más práticas em matéria de transparência nas autarquias\nIntervenção de Susana Coroado\, presidente da Transparência e Integridade\n11h25 – A Transparência no âmbito da atividade da Junta de Freguesia de Alvalade\nIntervenção de José António Borges\, presidente da Junta de Freguesia de Alvalade\n11h45 – Legislar Melhor: o compromisso de transparência\nIntervenção do Secretário de Estado de Presidência do Conselho de Ministros\, André Caldas \nTransmissão na página de Facebook da Junta de Freguesia de Alvalade
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SUMMARY:Um ano depois do Luanda Leaks\, o que mudou em Portugal\, na Europa e em Angola?
DESCRIPTION:Assinalando o aniversário da revelação do caso Luanda Leaks pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ)\, realizamos uma conversa de balanço sobre o impacto do caso em Portugal\, na Europa e em Angola. \nJuntam-se Karina Carvalho\, Diretora Executiva da Transparência e Integridade; Maíra Martini\, Research and Policy Expert na Transparency International; e Laura Macedo\, ativista anti-corrupção. \nDia 22 de janeiro\, a partir das 17 horas\, com transmissão em direto na nossa página de Facebook.
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SUMMARY:Festival Transparente: Transparência e Acesso à Informação
DESCRIPTION:A Transparência e Integridade\, na qualidade de membro da Rede Nacional de Administração Aberta\, dinamiza um dos debates integrados na iniciativa Fóruns de discussão temática – II Plano de Ação Nacionalde Administração Aberta (PNAA)\, pensada para apoiar as atividades de desenvolvimento e co-criação do II PNAA através do envolvimento de cidadãos e organizações da sociedade civil. \nNa tarde do dia 11 de dezembro\, entre as 15 horas e as 16 horas\, Karina Carvalho e Luís Pais Bernardo animarão a conversa final do Festival Transparente 2020\, discutindo os principais desafios que se colocam ao reforço da transparência e do acesso à informação no panorama português da atualidade. \nPara participares nesta sessão acede à página da OGP Portugal e preenche o formulário. \nAproveitamos para sugerir que te envolvas igualmente nos outros 2 fóruns que constituem o programa da RNAA: \nFórum #1: Mudança Tecnológica\, Dados Abertos e Inclusão Digital\nCoanfitrião: AMA − membro da Rede\n2 de dezembro\, das 14h30 às 15h30 \nFórum #2: Administração Aberta e Participação Cívica\nCoanfitrião: PASC − Casa da Cidadania − membro da Rede\n9 de dezembro\, das 15h às 16h
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SUMMARY:Festival Transparente: Sessão de Perguntas e Respostas: Jovens e Educação Anti-Corrupção
DESCRIPTION:A qualidade da nossa democracia é determinada em grande medida pelas atitudes e expectativas dos cidadãos relativamente às instituições e decisores públicos\, e jamais alcançaremos o objetivo de prevenir e combater eficazmente a corrupção sem o seu envolvimento. \nPor isso\, a educação é um instrumento fundamental de capacitação cívica\, em prol da construção de uma sociedade que se mobiliza contra a corrupção e que exige dos órgãos de soberania\, das instituições e dos funcionários públicos que previnam e ajam contra este flagelo. \nA Direção e a equipa Transparência e Integridade estarão online na manhã do dia 11 para uma sessão de perguntas e respostas dirigida à população mais jovens e a educadores. \nO objetivo é dar a conhecer o nosso trabalho e sensibilizar os jovens – futuros líderes amanhã – a quebrar o ciclo da corrupção\, valorizando a integridade\, a igualdade de oportunidades e a participação cidadã em prol de uma democracia mais justa e inclusiva. \nSe és professor/a ou tens menos de 25 anos\, liga-te ao Zoom e participa!
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SUMMARY:Festival Transparente: Corrupção e Direitos Humanos
DESCRIPTION:O Banco Mundial estima que mais de um trilião de Dólares sejam anualmente gastos em pagamento de subornos a funcionários públicos – um número extraordinário\, tendo em conta que não incluí outras formas de corrupção e infrações conexas\, como a apropriação indevida ou má gestão de fundos públicos\, o favorecimento ou o clientelismo. \nEstes montantes\, que engordam os bolsos das elites cleptocráticas\, colocam na pobreza e na miséria extrema milhões de pessoas em todo o mundo\, privadas de aceder a cuidados de saúde básicos\, à educação\, e a um emprego digno. \nA captura dos estados por parte de interesses privados e da corrupção sistémica é um dos principais flagelos da contemporaneidade e uma série ameaça aos direitos humanos e ao desenvolvimento sustentável. \nPor ocasião da celebração do Dia Internacional dos Direitos Humanos\, a TI-PT organiza uma conversa em torno dos impactos da corrupção na Agenda 2030 das Nações Unidas e no papel da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) em prol da boa governança e dos valores da democracia. \nSão nossos convidados representantes de organizações parceiras nos países lusófonos\, no âmbito da RedeGov – Rede pela Boa Governança e Desenvolvimento Sustentável na Lusofonia. \nPainelistas\nCIP Moçambique\nCIP São Tomé e Príncipe\nTI Brasil\nObservatório de Imprensa Angola\nEG Justice\nObservatório da Democracia e Governança
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SUMMARY:Festival Transparente: O papel do Parlamento nas Políticas de Integridade e Combate à Corrupção
DESCRIPTION:Por ocasião da celebração do Dia Internacional Contra a Corrupção\, a Transparência e Integridade convida a debater o papel do Parlamento português nas políticas de integridade e de combate à corrupção. Dentro e fora da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção apresentada pelo governo\, o Parlamento deve assumir a sua intervenção enquanto pilar central na estrutura de governação portuguesa\, liderando o combate à corrupção em todas as suas múltiplas formas\, especialmente na vida pública\, mas cada vez mais também na economia e na sociedade em geral. \nA Assembleia da República\, bastião da democracia\, é a primeira e última instituição de controlo e de fiscalização\, assegurando que as instituições do Estado – incluindo o próprio Parlamento – sejam transparentes\, íntegras\, e responsáveis na resistência à corrupção e na exposição de infrações e regularidades\, com base na adoção das melhores práticas e envolvimento de um número de stakeholders-chave\, públicos e privados. \nNão basta criar legislação clara e justa. É fundamental incluir na agenda do Parlamento supervisão pública eficiente\, no que diz respeito ao financiamento de partidos políticos e campanhas eleitorais\, na prevenção dos conflitos de interesses e do enriquecimento ilícito \, na salvaguarda da independência do judiciário e na promoção da liberdade de imprensa\, na garantia de que todas as despesas públicas\, arrecadação de receitas e contratos públicos sejam verificados por órgãos independente e escrutinados pelos cidadãos\, na luta contra a criminalidade organizada e os fluxos financeiros ilícitos\, na promoção da competitividade e da igualdade de oportunidades entre operadores económicos\, tomando uma posição firme contra monopólios e oligopólios nos investimentos e projetos públicos\, no apoio aos instrumentos de cooperação internacional para prevenção do branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo\, e no engajamento da sociedade civil na discussão permanente e sistemática sobre a corrupção\, desde os bancos de escola\, e sobre os avanços alcançados coletivamente. \nIntervenções\nSusana Coroado (Presidente da Transparência e Integridade) \nÁlvaro Santos Pereira (Diretor OECD Economics Department – Country Studies) \nPaulo Trigo Pereira (Professor universitário e antigo deputado à Assembleia da República) \nJorge Fernandes (Investigador e antigo deputado à Assembleia da República) \nMargarida Mano (vogal da direção da Transparência e Integridade e antiga deputada à Assembleia da República) \nNuno Cunha Rolo (vice-presidente da Transparência e Integridade)
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SUMMARY:Festival Transparente: Desporto\, Crime e Corrupção
DESCRIPTION:No dia 8 de dezembro\, o Festival Transparente entra em campo para discutir o crime e a corrupção no Desporto\, com a participação de Marcelo Moriconi\, Pippo Russo e Tariq Panja.\n\nO problema da viciação de resultados desportivos\, em Portugal e na Europa\, vai estar em discussão com a participação de Marcelo Moriconi\, investigador do ISCTE/IUL.\n\n\n \n\n\nO jornalista e sociólogo italiano Pippo Russo vai falar sobre os negócios obscuros do mundo do futebol\, tema em que se especializou ao longo dos últimos anos. O jornalista é autor do livro A Orgia do Poder\, que se foca no império construído pelo super-agente Jorge Mendes.\n\n\n \n\n\nPara terminar\, Tariq Panja\, jornalista do New York Times\, vai dedicar-se ao tema do Football Leaks\, em especial como permitiram um olhar detalhado sobre o mundo obscuro do futebol mundial.\n\nPrograma e painelistas\nMatch-Fixing: Estado da Arte em Portugal e na Europa\, Marcelo Moriconi (investigador ISCTE/IUL) \nUncovering The Shady Deals in Football\, Pippo Russo (jornalista e autor do livro A Orgia do Poder) \nFootball Leaks: How a Light Was Shone on the Ugly Heart of Global Football\, Tariq Panja (jornalista New York Times) \n 
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SUMMARY:Festival Transparente: Exploração de Lítio em Portugal: Riscos Ambientais e Transparência
DESCRIPTION:A exploração de lítio é um tema quente na sociedade portuguesa e na agenda política nacional. Com desafios globais\, como as alterações climáticas\, a exigirem soluções urgentes a todas as escalas\, as baterias de ião-lítio terão certamente um papel a desempenhar nos sistemas energéticos do futuro. Que papel será esse numa transição energética democrática\, justa e sustentável? E será possível adotar esta tecnologia sem provocar prejuízos sociais e ambientais inaceitáveis? \nPortugal tem as maiores reservas de lítio da União Europeia\, mas tal não garante a sua competitividade num mercado internacional dominado por grandes produtores. Mesmo assim\, a indústria do lítio já deu os primeiros passos para a exploração comercial destas reservas e anuncia ganhos económicos consideráveis para o país. Estes potenciais benefícios exigem uma avaliação minuciosa\, especialmente face aos danos ambientais e sociais que qualquer atividade mineira acarreta para as populações locais. A este dilema\, já por si complexo\, junta-se a falta de informação disponível sobre alguns dos contratos assinados para prospeção e exploração deste metal. É fundamental exigir uma total transparência destes processos\, de forma a permitir o escrutínio pelos cidadãos e garantir a sua legalidade. Neste momento\, em que está a ser preparada a Avaliação Ambiental Estratégica para a exploração de lítio em Portugal\, é mais relevante do que nunca debater este tópico numa perspetiva holística. \nJunte-se a este Webinar\, promovido pelo GEOTA e pela Transparência e Integridade no âmbito do Festival Transparente 2020\, para conhecer melhor as oportunidades\, ameaças e questões associadas à exploração de lítio em Portugal. As intervenções e o debate que se seguirá vão abordar a problemática do lítio partindo da escala global\, com temas como as alterações climáticas\, transição energética e transparência no setor mineiro\, até à escala local\, onde será dada a palavra às comunidades afetadas. \nConsulte a agenda para mais detalhes. O evento é gratuito\, mas requer inscrição prévia. \nPrograma\nModeração de João Joanaz de Melo (GEOTA\, FCT-NOVA) \nIntrodução ao tema e apresentação dos intervenientes\nJoão Joanaz de Melo (dirigente GEOTA e professor da FCT-UNL) \nImpactos ambientais das explorações mineiras nos solos e nas águas subterrâneas\nCarlos Costa (presidente AECSAS) \nTransparência e combate à corrupção no setor mineiro\nKarina Carvalho (Diretora-Executiva da Transparência e Integridade)\nRui Matos (BMS -Audit\, especialista na implementação avaliação da Extractive Industries Transparency Initiative) \nApresentação do parecer técnico do GEOTA sobre a estratégia da exploração do lítio em Portugal\nMiguel Macias Sequeira (investigador da FCT/UNL)\nPatrícia Tavares (dirigente do GEOTA) \nPosição de associações locais das zonas afetadas pela prospeção e exploração do lítio em Portugal\nArmando Pinto (Associação Montalegre com Vida)\nTeresa Fontão e Carlos Seixas (Movimento SOS Serra D’Arga) \nDebate com o público \nComentários finais\nJoão Joanaz de Melo (dirigente GEOTA e professor da FCT-UNL) \nSobre o GEOTA\nO GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente – é uma Organização Não-Governamental de Ambiente (ONGA) de âmbito nacional\, com estatuto de Utilidade Pública. Tem como missão a defesa do ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável\, segundo as vertentes da educação\, da informação\, da formação profissional\, da reflexão e intervenção política\, da cooperação para o desenvolvimento e da realização de ações para a resolução de problemas ambientais específicos. \nSobre a Transparência e Integridade\nA Transparência e Integridade (TI-PT) é a representante portuguesa da Transparency International\, coligação global anticorrupção presente em mais de 100 países. Criada em 2010\, detém o Estatuto de Utilidade Pública e está também acreditada como Organização Não Governamental para o Desenvolvimento\, é o Ponto de Contato em Portugal do Pilar da Sociedade Civil da Comunidade das Democracias\, membro da Tax Justice Network e da Whistleblowing International Network. Através de investigação\, informação e sensibilização sobre as causas e as consequências da corrupção e da má governança e do desenvolvimento de ferramentas práticas de monitorização cívica\, tem como missão mobilizar cidadãos e organizações públicas e privadas em prol da transparência e integridade públicas\, em nome de uma democracia mais participada e inclusiva.
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SUMMARY:Transparência e Integridade na Conferência Internacional Anti-Corrupção 2020
DESCRIPTION:A Transparência e Integridade terá um papel ativo na International Anti-Corruption Conference 2020\, que se realiza online entre os dias 30 de novembro e 5 de dezembro\, ao moderar e participar em dois painéis no dia 4 de dezembro. \nA IACC é o principal fórum mundial de discussão sobre corrupção\, reunindo representantes de governos\, organizações internacionais e ONGs apostados em mitigar os impactos deste flagelo que ultrapassa as fronteiras dos estados e é transversal a inúmeros setores de atividade. \nA IACC tem contribuído para avanços significativos na agenda anti-corrupção\, incrementando o conhecimento\, a troca global de experiências e a cooperação internacional\, indispensáveis para um combate eficaz contra a corrupção e os seus efeitos. \nSessões com coordenação TI-PT\n4 de dezembro \nFrom Vaccines to Recovery: The Critical Role of Clean Contracting to Address the COVID-19 Pandemic (9h00-10h30)\nModeração: Karina Carvalho\, Diretora Executiva da TI-PT \nThe Role of Civil Society in the Recovery of Stolen Assets and Proceeds of Corruption (15h30-17h00)\nPainelista: Susana Coroado\, Presidente da TI-PT \nA participação na conferência é gratuita\, e a coleção de workshops e sessões plenárias excelente.
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SUMMARY:Noite Europeia dos Investigadores 2020
DESCRIPTION:O Transparente – Centro de Documentação e Informação sobre Transparência\, Boa Governança e Democracia da TI-PT associa-se ao Instituto de Ciências Sociais na dinamização da Noite Europeia dos Investigadores – NEI 2020\, a ter lugar já no próximo dia 27 de novembro. \nA edição deste ano\, sob o tema Ciência e Natureza e o sub-tema Preservação do Património Cultural e Natural\, mostrará a produção científica nacional em diversos campos disciplinares\, das artes às humanidades e ciências\, com o objetivo de aproximar a Ciência dos cidadãos\, alargando os públicos e reforçando a componente de responsabilidade social da Academia. \nA TI-PT mantém com o ICS uma colaboração de muitos anos\, assente na partilha de conhecimento e no desenvolvimento de iniciativas conjugando interesses comuns\, destacando-se a criação do Índice de Transparência Municipal (ITM)\, lançado em 2013\, e o projeto EPOCA – Corruption and Economic Crisis\, atualmente em curso. \nAs duas conversas que contam com a nossa participação têm início às 19h45. Marca na tua agenda! \n19:45 – Contratação transparente e preservação do Património Cultural: o Pacto de Integridade (IP) – em Inglês \nIvan Zupan\, Transparency International\nPaola Liliana Buttiglione\, ActionAid International Italia\nKarina Carvalho\, Transparência e Integridade (TI-PT) \n20:30 – Dados abertos a acesso à informação: prevenção da corrupção através da monitorização cívica  \nLuís Bernardo\, Transparência e Integridade (TI-PT)\nRui Barros\, Jornalista de Dados no Público \nLink para a conferência (Zoom)\nTransmissão no Facebook do projeto EPOCA
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SUMMARY:10 Anos de Luta Anti-Corrupção em Portugal: O que falta fazer?
DESCRIPTION:A Transparência e Integridade celebra o seu décimo aniversário na próxima semana. Calha bem que a data coincida com o regresso às aulas: 10 anos é a idade de entrarmos no segundo ciclo. \nHá dez anos – a 17 de setembro de 2010 – numa cerimónia pública no Instituto de Ciências Sociais\, em Lisboa\, nascia a primeira associação cívica criada em Portugal para reunir numa causa comum as (então poucas) vozes que isoladamente vinham alertando para a necessidade e urgência do combate à corrupção no nosso país. \nDez anos passados\, temos em muitos aspetos um país diferente. Onde há uma década o tema da corrupção era praticamente tabu – sussurrado em alguns círculos políticos\, judiciais e académicos mas quase nada discutido abertamente – hoje é reconhecido pelos cidadãos como um dos problemas cruciais da democracia. Casos e investigações de enorme relevância trouxeram o tema para o centro da discussão pública e envolveram membros da elite política e económica que há dez anos pareceriam intocáveis – de grandes banqueiros até a um ex-primeiro-ministro. Noutros aspetos\, parece que nada mudou. A última década\, como a anterior\, foi de estagnação económica\, num país ainda sobrecarregado de histórias de corrupção que se estima custarem mais de 18 mil milhões de euros por ano. \nO tema da corrupção saiu da clandestinidade e é hoje central no debate público. O Governo acaba de publicar o esboço de uma Estratégia Nacional Contra a Corrupção em resposta à crescente pressão da sociedade – e depois de nós colocarmos o assunto na agenda do Parlamento\, através de uma petição subscrita por mais de 8.500 pessoas.Com tudo o que foi feito e com tudo o que falta fazer\, acreditamos estes dez anos merecem ser celebrados. Com distanciamento físico mas proximidade de propósito\, vamos festejar fazendo o que sempre fizemos: pensando o fenómeno da corrupção\, discutindo-o com frontalidade e abertura\, e convocando todos a contribuir com a sua experiência e o seu conhecimento. \nNo dia 17 de setembro\, dia do aniversário\, Susana Coroado\, Karina Carvalho e Susana Peralta conversam sobre os enormes desafios que ainda se nos apresentam nesse combate\, nomeadamente nas áreas da contratação pública\, do financiamento dos partidos e da falta de integridade na política.
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SUMMARY:10 Anos de Luta Anti-Corrupção em Portugal: O que foi feito?
DESCRIPTION:A Transparência e Integridade celebra o seu décimo aniversário na próxima semana. Calha bem que a data coincida com o regresso às aulas: 10 anos é a idade de entrarmos no segundo ciclo. \nHá dez anos – a 17 de setembro de 2010 – numa cerimónia pública no Instituto de Ciências Sociais\, em Lisboa\, nascia a primeira associação cívica criada em Portugal para reunir numa causa comum as (então poucas) vozes que isoladamente vinham alertando para a necessidade e urgência do combate à corrupção no nosso país. \nDez anos passados\, temos em muitos aspetos um país diferente. Onde há uma década o tema da corrupção era praticamente tabu – sussurrado em alguns círculos políticos\, judiciais e académicos mas quase nada discutido abertamente – hoje é reconhecido pelos cidadãos como um dos problemas cruciais da democracia. Casos e investigações de enorme relevância trouxeram o tema para o centro da discussão pública e envolveram membros da elite política e económica que há dez anos pareceriam intocáveis – de grandes banqueiros até a um ex-primeiro-ministro. Noutros aspetos\, parece que nada mudou. A última década\, como a anterior\, foi de estagnação económica\, num país ainda sobrecarregado de histórias de corrupção que se estima custarem mais de 18 mil milhões de euros por ano. \nO tema da corrupção saiu da clandestinidade e é hoje central no debate público. O Governo acaba de publicar o esboço de uma Estratégia Nacional Contra a Corrupção em resposta à crescente pressão da sociedade – e depois de nós colocarmos o assunto na agenda do Parlamento\, através de uma petição subscrita por mais de 8.500 pessoas.Com tudo o que foi feito e com tudo o que falta fazer\, acreditamos estes dez anos merecem ser celebrados. Com distanciamento físico mas proximidade de propósito\, vamos festejar fazendo o que sempre fizemos: pensando o fenómeno da corrupção\, discutindo-o com frontalidade e abertura\, e convocando todos a contribuir com a sua experiência e o seu conhecimento. \nNo dia 16 de setembro\, João Paulo Batalha\, Paulo de Morais e Luís de Sousa vão debater os últimos 10 anos na luta contra a corrupção e o papel que a Transparência e Integridade teve no despertar de consciências para este mal enraízado na nossa sociedade.
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