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Jogo Limpo

Queremos um desporto mais limpo

Queremos um desporto mais limpo

A infiltração do crime organizado na manipulação de jogos relacionados com apostas é uma das maiores ameaças para o desporto contemporâneo. De acordo com as instituições europeias, a sustentabilidade deste importante sector social e económico está em perigo. Embora o problema da manipulação de resultados não seja novo (existem casos de manipulação de resultados já desde os Antigos Jogos Olímpicos), a liberalização e globalização das apostas desportivas on-line configura uma nova ameaça. A expansão das novas tecnologias, associada a um conjunto de fragilidades na regulação e governação das organizações desportivas, permite que pessoas de todo o mundo apostem em tempo real em competições realizadas em qualquer ponto do globo.

Os potenciais lucros e o risco reduzido geraram o interesse de redes de criminalidade transnacionais que procuram influenciar os resultados e ocorrências das competições, transformando o mercado de apostas numa oportunidade privilegiada para o branqueamento de capitais provenientes de atividades criminosas.
Consciente destes riscos e na sequência de trabalho previamente desenvolvido, a Transparência e Integridade coordena o projeto Anti Match-Fixing Top Training, em que participam a Transparency International de Espanha, TI-Itália e TI-Eslovénia; a Università Cattolica del Sacro Cuore e o Comité Olímpico Italiano.

A Play Fair Code (a maior associação austriaca que luta pela integridade no desporto), a ESSA (A principal Associação Europeia de operadores de Apostas) e a EASG (Associação Europeia para o estudo do Jogo e das Apostas) têm um papel consultivo no projeto.

Resumo da conferência A Manipulação de Resultados Desportivos em Portugal

Vídeo resumo da conferência “A Manipulação de Resultados Desportivos em Portugal: Logros, Desafios e Áreas de Risco – Lançamento oficial do projeto ‘Anti Match-Fixing Top Training’ em Portugal”, que decorreu no dia 9 de Outubro, no Auditório J.J. Laginha do ISCTE.

A conferência contou com a participação de João Paulo Almeida, director-geral do Comité Olímpico de Portugal; Luís Aguilar, Jornalista e autor do livro «Aposta Suja»; Marcelo Moriconi, investigador principal do projeto AMATT; Paolo Bertaccini, da Università Cattolica del Sacro Cuore – Itália; e João Paulo Batalha, presidente da Transparência e Integridade.

Conheça aqui o Estado da arte após a ratificação da Convenção sobre a Manipulação das Competições Desportivas