A proposta de revisão apresentada pelo FATF/GAFI à Recomendação 24 é um passo importante no sentido das recomendações que temos feito.
Registos públicos de beneficiários efetivos prestes a tornarem-se um requisito a nível mundial


A proposta de revisão apresentada pelo FATF/GAFI à Recomendação 24 é um passo importante no sentido das recomendações que temos feito.

Dúvidas subsistem sobre o papel do IMPIC na regulação dos contratos públicos, quer na validação dos dados constantes do Portal BASE, quer para garantir o cumprimento cabal do Código dos Contratos Públicos e o reforço da transparência na contratação pública.

É preciso facilitar o acesso público aos registos de beneficiários efetivos e explicitar, junto das empresas e do público em geral, a sua utilidade e a sua relevância. Caso contrário, é um instrumento que se torna inútil para o sistema português anti-branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo.

A proposta de Orçamento do Estado para 2022 é uma pobreza de intenções e medidas, um chorrilho de generalidades e lugares-comuns, muito aquém das ideias e objetivos da Estratégia Nacional Anti-Corrupção.

Se todos os eleitos cumprirem com o que se comprometeram, Penacova tornar-se-á num município exemplo de transparência, integridade e boas práticas de governação em Portugal.

#PandoraPapers: é proibido, mas pode fazer-se Os #PandoraPapers surgiram, novamente pela mão da equipa de jornalistas de investigação do ICIJ, poucos dias depois de João Rendeiro ter fugido à justiça portuguesa. O ex-banqueiro, que arruinou o BPP e as poupanças

Consulta dos contratos públicos continua offline A Transparência Internacional Portugal escreveu esta sexta-feira ao IMPIC, solicitando esclarecimentos públicos sobre a impossibilidade de se consultarem os contratos públicos no Portal BASE, gerido por esta entidade, devido à publicação de elementos de

Numa altura em que estão já em marcha investimentos públicos suportados pelas verbas da bazuca e outros financiamentos comunitários, não pode ser opção deixar-nos sem acesso ao Portal BASE e a todas as informações que nos permitam conhecer e aferir da propriedade dos gastos públicos.
A TI Portugal considera que a fuga de João Rendeiro é um sinal inequívoco da falta de eficácia e da ineficiência do atual sistema de Justiça.
A contratação pública é uma área nuclear de intervenção do Estado e deve ser entendida como um recurso ao serviço dos interesses de Portugal, não como uma pedra no sapato do Plano de Recuperação e Resiliência.