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Todos os contributos fazem a diferença. Faça parte da luta Anti-Corrupção.

Desenvolvemos de modo ativo e sistemático atividades de investigação aplicada às questões da Boa Governança e da Corrupção em diferentes áreas, nomeadamente pelo estreitamento de sinergias com entidades do sistema científico nacional (Universidades, Centros de Investigação), mas também pelo apoio à pesquisa de investigadores e estudantes trabalhando as temáticas em que somos especialistas.

O serviço de apoio a denunciantes e vítimas de corrupção é prioritário, e acompanha a atividade da TIAC desde 2011. Associado ao amplo trabalho de investigação já desenvolvido sobre esta matéria, temos procurado apoiar e aconselhar todas as pessoas que nos contactam denunciando situações de corrupção, má governança, conflitos de interesses e conluio, mas também todas aquelas que se nos dirigem por dificuldades no acesso à justiça.

Uma sociedade civil atenta, informada e participativa, que repudia a má governança e a corrupção e exige os mais elevados padrões de transparência, integridade e responsabilidade das instituições é fundamental para cumprimento da nossa missão.

A TIAC foi reconhecida em 2016 como Organização Não-Governamental para o Desenvolvimento. A nossa estratégia de cooperação a este nível resulta dos contactos já efetuados com o Centro de Integridade Pública de São Tomé e Príncipe, o Instituto Não Aceito Corrupção e o representante da TI-S no Brasil, Bruno Brandão, o Centro de Integridade Pública em Moçambique (capítulo da TI em Moçambique), e académicos e ativistas em Cabo Verde, Angola, Guiné Equatorial e Timor Leste.

A erradicação do fenómeno da corrupção em todas as suas múltiplas formas demanda a mobilização de um número progressivamente mais vasto de pessoas e instituições efetivamente interessadas em agir em prol da mudança social. Para tanto é essencial que o problema da corrupção seja entendido como coletivamente relevante, ou seja, como um problema público passível de ser tratado e combatido através de políticas públicas.

Avaliamos de forma regular o progresso na implementação de convenções e acordos internacionais versando a boa governança e a corrupção, de legislação nacional e comunitária de prevenção e combate à corrupção, nomeadamente no que se refere ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo, regulação do lobby e conflitos de interesses e financiamento político.