Não é esta a estratégia contra a corrupção de que Portugal precisa. A Estratégia Nacional Anti-Corrupção assim não chega, não mobiliza e não se afirma.
Muitos planos e declarações de intenções, muito pouca estratégia


Não é esta a estratégia contra a corrupção de que Portugal precisa. A Estratégia Nacional Anti-Corrupção assim não chega, não mobiliza e não se afirma.

O futuro Plano de Ação OGP Portugal está atualmente na Fase de Conceção, e convidamos todos os subscritores a participar na formulação de novos compromissos através do preenchimento do formulário de recolha de propostas.
Em Portugal, o conflito de interesses e as portas giratórias estão completamente desregulados, e ante o papel dos facilitadores nos negócios fantasma os poderes político, legislativo e regulatório assobiam para o lado.

A Transparência e Integridade recebeu com profundo pesar a notícia da morte do nosso membro honorário José Puig Costa.

O Acesso à Informação é um direito nuclear no exercício da cidadania e um instrumento fundamental para incremento da participação cívica e prevenção de fenómenos como as Fake News e o Populismo.

A Tax Justice Network organiza um curso livre dirigido a estudantes e profissionais interessados em desenvolver análise comparada sobre os sistemas jurídicos relacionadas com o registo de propriedade de empresas e outras entidades obrigadas.

A informação disponível sobre o processo de transposição da diretiva europeia de proteção de denunciantes em Portugal é bastante limitada, e o processo não tem sido nem transparente nem inclusivo.

Karina Carvalho participou como oradora na audição promovida pelo EESC Fundamental Rights and Rule of Law Group sobre “Direitos fundamentais, Estado de Direito e recuperação pós-COVID-19”.

A Transparência e Integridade respondeu à consulta pública do Plano de Recuperação e Resilência, a chamada “bazuca” europeia, submetendo 20 recomendações e propostas de medidas à apreciação do Governo.

A Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia conseguiu assegurar um acordo sobre os relatórios públicos país-por-país por parte das empresas multinacionais, um passo significativo no sentido de uma maior transparência do imposto sobre as empresas, que permitirá aos cidadãos perceber, pela primeira vez, como e onde as grandes empresas pagam os seus impostos.